terça-feira, 13 de agosto de 2013

O Comercial do CCAA e a última flor do Lácio

O comercial do CCAA & a última flor do Lácio

Mesmo correndo o risco de ser mal interpretado (o que provavelmente acontece - e acontecerá), eu costumo dizer que duas pragas se abateram sobre o mundo: o Cristianismo e o Americanismo.

Em nome do  Pai, Filho e Espirito Santo. Amém!
Segundo o IBGE de 2010 o Brasil ainda é a maior nação católica do mundo. Cerca de 65% da população é de católicos, contra mais de 22% de evangélicos.

Ora, todos sabemos que em nome do Cristo, indivíduos isolados e mesmo alguns povos, cometeram - e cometem - as piores barbaridades contra seus semelhantes. Desde tempos remotos que em nome do crucificado diversas religiões (da católica às evangélicas) não só tem explorado a boa fé de seus fiéis, como também estimulado a desunião, o confronto, a segregação e, até mesmo, o extermínio. Justificam suas ações com as seguintes palavras: "MEU Deus, MINHA fé etc".
 

The American Way of Life...
De acordo com a Carta Magna dos EUA (a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América), é direito inalienável de todo americano a liberdade e a busca pela felicidade. Os americanos do norte acreditam-se superiores aos demais povos; acreditam na supremacia de sua democracia - dita livre, mas só para eles. Para eles, "o estilo de vida americano não pode ser ameaçado e nem negociado" (wikipédia), e isso justifica toda e qualquer ação contra indivíduo, grupo ou nação que possua algo que os EUA deseja. É isso que chamo de "americanismo".

Foi assim durante a Guerra Fria, foi assim contra o Afeganistão e o Iraque, e tem sido assim com relação a Amazônia (foco de interesses desde século 18) e tem sido assim com a cultura e economia brasileira.

O domínio pela aculturação
Durante o governo do Gal. Castelo Branco, o 1º presidente do regime militar - golpe militar que foi apoiado pelos EUA -, Juracy Magalhães, então embaixador do Brasil nos EUA, cunhou a célebre e malfadada frase: O que é bom para os Estados Unidos, é bom para o Brasil. De lá pra cá, o inglês faz cada vez mais parte de nosso vocabulário, principalmente na comunicação e propaganda; até parce que o Brasil adotou outra língua, apesar de ter o 6º idioma mais falado no planeta.

E assim chegamos ao foco dessa postage: o comercial criado pela NBS para a rede de idionas CCAA, com o ator norte-americano Samuel L. Jackson.  O comercial mostra dois brasileiros que se "ferram" sempre que erram no inglês. Fiquei incomodado desde a primeira vez que o assisti. Pensei lá comigo: "Quer dizer que brasileiro que fala mal o inglês tá ferrado se for para os EUA, mas o norteamericano pode vir para o Brasil sem saber falar português?".

Acho que todos devemos aprender outro idioma, por razões óbvias. Mas penso que o brasileiro deve, antes de tudo e fundamentalmente, se apropriar corretamente de sua língua (falada e escrita). Só então se aventurar noutras plagas linguísticas. Então, como a cultura de um povo, que de maneira geral é semialfabetizado, poderá resistir ao ataque maciço da mídia que mostra ser a língua nativa um obstáculo ao progresso e desenvolvimento do indivíduo? Por favor me respondam em bom e sonoro português.

Um comentário:

Anônimo disse...

SEM SOMBRA DE DÚVIDA A RELIGIÃO É A CAUSADORA DE TODAS AS DESGRAÇAS DO MUNDO. ASSIM COMO O PT E O LULA CONSTITUEM A PIOR DESGRAÇA QUE JÁ ACONTECEU NO BRASIL. QUE VENHAM OS AMERICANOS - NÃO O DE OBAMA - NOS SALVAREM.

No TOP BLOG 2011 ficamos entre os 100 melhores da categoria. Pode ser pouco para uns, mas para mim é motivo de orgulho e satisfação.
Sou muito grato a todos que passaram por essa rua que é meu blog e deram seu voto. Cord ad Cord Loquir Tum