ARIANO SUASSUNA e EU
Começar essa postagem colocando-me ao lado - como se paripassu fosse - com o grande escritor, dramaturgo e poeta paraibano é, sem dúvida, um artifício para fisgar você, amigo caminhante dessa rua que é meu blog.
Acontece que soube que o grande ARIANO SUASSUNA, mestre maior na arte de contar histórias, sofreu um AVC e encontrasse internado numa UTI. Imediatamente senti um peso no coração.
Sabemos que um dia, mais cedo ou mais tarde, ele irá se reunir aos seus inúmeros personagens, como Chicó e João Grilo, afinal ele já está com 87 anos e saúde debilitada. Mas Suassuna é daquelas pessoas que queremos que sejam eternas, imorredouras, para que possamos vê-las e ouvi-las sempre.
Em 2008, durante a XII Feira Pan-Amazônica do Livro, após sua palestra-show, eu ganhei seu autógrafo num livro e tive a subida honra de ser fotografado abraçado com e por ele. Na ocasião fiz uma postagem rendendo-lhe homenagem Confira postagem AQUI
Rogo ao Criador que concede ao mestre Ariano Suassuna força para se recuperar, e a mim a chance de assistir, mais uma vez, outra palestra sua e poder abraçá-lo novamente.
Jornal diz grupos de interesse ligados a deputados perpassam linhas partidárias
O jornal britânico Financial Times afirma que no Congresso brasileiro "a raposa está frequentemente cuidando do galinheiro".
Entre as supostas ''raposas'' citadas pelo diário, estão o deputado e pastor evangélico Marcos Feliciano, que preside a Comissão de Direitos Humanos do Congresso e que fez uma série de comentários considerados racistas e homofóbicos; o novo presidente da Comissão de Finanças e Tributação, João Magalhães, que responde a processo por corrupção no STF; os petistas José Genoino e João Paulo Cunha, condenados no processo do mensalão, que integram a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania e Blairo Maggi, atual líder da Comissão do Senado para o Meio Ambiente e um dos maiores produtores mundiais de soja.
Segundo o jornal, o Congresso "é refém de diversos grupos de interesse que podem mudar suas alianças a qualquer momento".
De acordo com o Financial Times, as comissões brasileiras, ainda que sem dispor de um poder remotamente comparável ao das comissões do Congresso americano, ''são simbólicas dos poderosos grupos de interesse que atuam na política brasileira, comuns a todos os partidos".
É por esse motivo, acrescenta o jornal, "que os presidentes brasileiros normalmente tentam incluir o máximo possível de partidos em seus ministérios''.
Mas o diário comenta que ainda assim a presidente Dilma Rousseff não consegue assegurar "a lealdade do Congresso".
O diário lista como derrotas da presidente no Congresso, a tentativa de aprovar um "Código Florestal mais simpático ao meio ambiente'', que acabou sendo frustrada pelo bloco ruralista, e a ''batalha que ela perdeu'' pela distribuição igualitária de royalties do petróleo entre os Estados, com "os congressistas votando de acordo com seus interesses regionais".Clique











