Meu blog anda bastante desatualizado, embora haja tanta coisa acontecendo ao meu redor e mesmo em meu interior...
Qualquer dia desses retomo esse espaço com maior frequência pra falar, por exemplo, do meu olhar sobre as manifestações que pipocam por todo Brasil; ou sobre meu livro de contos, a ser publicado com incentivos da Lei SEMEAR; ou dos trabalhos que eu, Cleonice Dourado e Vanja Vilhena estamos desenvolvendo nas salas de informática educativa-SIE da Escola de Aplicação da UFPA.
De momento quero, simplesmente, prestar uma homenagem a minha mulher, amiga e companheira Lenise Maria, que aniversariou na segunda-feira próxima passada (24/06), e a quem dediquei o texto abaixo, publicado originalmente no meu Facebook.
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"A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida". Encontrar alguém não é uma coisa que acontece por acaso. A gente não diz: hoje vou encontrar o amor da minha vida, sai de casa e topa com a pessoa na primeira esquina.O encontro é a culminância da busca. Buscar é a procura feita de dentro pra fora. Na minha vida encontre mulheres que amei profundamente por anos, e fui feliz. Mas a vida é feita de encontro e desencontros...
E os desencontros são necessários na busca pelo definitivo.
Buscar não é perseguir. O amor não se persegue. Meu pai, num poema, ensinava que o "amor que se persegue é fantasia, romance medieval que a ilusão cria na alma do triste, desiludido e só."
Poucos são os que podem afirmar: minha busca chegou ao fim. Há mais de 7 anos encontrei em Lenise Oliveira o que digo ser o amor de minhas vidas (das passadas, da presente e das futuras). Minha busca chegou ao fim.
Hoje ela está aniversariando e sou eu o presenteado pela bênção de tê-la como companheira. Por isso abro esse texto com o poeta Vinicius e seu Samba da Bênção. FELIZ ANIVERSÁRIO, QUERIDA!

Jornal diz grupos de interesse ligados a deputados perpassam linhas partidárias
O jornal britânico Financial Times afirma que no Congresso brasileiro "a raposa está frequentemente cuidando do galinheiro".
Entre as supostas ''raposas'' citadas pelo diário, estão o deputado e pastor evangélico Marcos Feliciano, que preside a Comissão de Direitos Humanos do Congresso e que fez uma série de comentários considerados racistas e homofóbicos; o novo presidente da Comissão de Finanças e Tributação, João Magalhães, que responde a processo por corrupção no STF; os petistas José Genoino e João Paulo Cunha, condenados no processo do mensalão, que integram a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania e Blairo Maggi, atual líder da Comissão do Senado para o Meio Ambiente e um dos maiores produtores mundiais de soja.
Segundo o jornal, o Congresso "é refém de diversos grupos de interesse que podem mudar suas alianças a qualquer momento".
De acordo com o Financial Times, as comissões brasileiras, ainda que sem dispor de um poder remotamente comparável ao das comissões do Congresso americano, ''são simbólicas dos poderosos grupos de interesse que atuam na política brasileira, comuns a todos os partidos".
É por esse motivo, acrescenta o jornal, "que os presidentes brasileiros normalmente tentam incluir o máximo possível de partidos em seus ministérios''.
Mas o diário comenta que ainda assim a presidente Dilma Rousseff não consegue assegurar "a lealdade do Congresso".
O diário lista como derrotas da presidente no Congresso, a tentativa de aprovar um "Código Florestal mais simpático ao meio ambiente'', que acabou sendo frustrada pelo bloco ruralista, e a ''batalha que ela perdeu'' pela distribuição igualitária de royalties do petróleo entre os Estados, com "os congressistas votando de acordo com seus interesses regionais".Clique






