quarta-feira, 25 de julho de 2012

TOPADA SEM PALAVRÃO

Você pode se imaginar dando uma topada de arrebitar o dedão do pé e não deixar escapar, mesmo sem querer, um sonoro e relaxante palavrão? Você acha que depois da tempestade vem a bonança ou a lambança? 

Leia os cordéis de meu amigo Ney Alberto e descubra uma Nova Iguaçu que conheci nas décadas de 60 e 70. Essa cidade que o olhar etnográfico e antropológico do Ney descortina nesses 2 cordéis já não existe mais, pois seus personagens e lugares desapareceram. Poucos ainda exitem e guardam suas lembranças desse tempo. 

Gostaria de ver mais trabalhos como esses do Ney, descrevendo locais e pessoas de Nova Iguaçu, e ajudando a contar sua história para as novas gerações. Enquanto isso, leiam esses dois livrinhos abaixo e, por favor, divulguem.




Clique nos links abaixo


TOPADA SEM PALAVRÃO.PDF                                                EM NOVA IGUAÇU, DEPOIS DA... PDF

terça-feira, 24 de julho de 2012

Um pouco sobre a Greve dos Professores Federais

A greve Continua!

Com 67 dias de greve o movimento dos professores de instituições federais decidiu, nessa segunda-feira, dia 23, continuar a greve. 

No hall de entrada da Reitoria da UFPA, cerca de 82 professores, gritavam: "Dilma, a culpa é tua! A greve Continua!". 

Além de professores da UFPA e da sua Escola de Aplicação, estavam presentes funcionários de outras instituições federais e alunos da UFPA, que também estão em greve.

O movimento paredista, o maior da categoria até hoje, está cada vez mais forte e não apresenta temor ante ameaças do governo. 


É preciso deixar claro que a greve não é por melhores salários. Salário é importante, sim, mas isso é uma parcela dos objetivos pelos quais lutam os professores. A greve é por melhorias na educação pública e federal.
O blogueiro (de chapéu) entre as professoras Vanja e Cleonice - os 3 são professores de Informática Educativa na Escola de Aplicação da UFPA.
O governo continua acenando com uma proposta que traz a perda de algumas conquistas já sacramentadas. Aliás, o que o Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão-MPOG apresentou à categoria não é uma proposta e nem sequer um projeto de Lei. O documento tem o título de "Aspectos conceituais de proposta de reestruturação das carreiras docentes". Um conjunto que não passa de meros tópicos "conceituais". 

Professores com selo do IMETRO

E num dos itens apresenta um famigerado Certificado de Conhecimento Tecnológico-CCT, com o qual pretende avaliar o desempenho com vistas à progressão funcional dos professores da Educação Básica Técnica e Tecnológica (Institutos Federais de Ensino e Escolas de Aplicação). Para o CCT, diz o governo, será criado um Conselho permanente formado por órgãos de pesquisa e fomento, tais como o IMETRO. O que significa que, caso aprovado, agora os alunos vão poder escolher seus professores pelo carimbo do IMETRO, como escolhem uma geladeira, uma caixa de fósforo ou uma lâmpada.


E como se não bastasse, o MPOG quer parcelar em 3 anos o pagamento do reajuste proposto. Ora, a gente parcela é dívidas, contas, nunca salário... E, para piorar, ainda remete para 2015 (ou seja, para um novo governo - ou este, se reeleito), o pagamento do reajuste que pode atingir até 45% (que só beneficia professores com doutorado), mas despreza a corrosão inflacionária nesses 3 anos. 

Dar esmola com dinheiro dos outros é... 


NO documento da ADUFPA, distribuído ontem, está claro que "O impacto financeiro de 3,9 bilhões, anunciado para efetivar a proposta em 3 anos não pode ser considerado um investimento à altura da necessidade dos trabalhadores da educação deste país, quando comparados aos 10 bilhões doados pela Presidenta Dilma como contribuição do Brasil para ajudar países da Europa afetados pela crise do capital". Em outras palavras, é muito fácil passar por rico e dar esmolas com o dinheiro dos outros.


LEIA MAIS SOBRE A GREVE CLICANDO AQUI

domingo, 22 de julho de 2012

Em Nova Iguaçu, depois da Tempestade...

Em Nova Iguaçu, depois da tempestade vem a lambança.

Esse é o título de um cordel que o saudoso professor Ney Alberto G. de Barros, falecido em 23 de junho passado (veja postagem mais abaixo clicando AQUI), escreveu em 1979, publicou pela Equipe - Promoções, Publicidade e Representações LTDA, de nosso amigo Arthur Cantalice (editor da Revista Equipe) e distribuiu para os amigos.

Ney faz um retrato de Nova Iguaçu, com suas mazelas políticas e sociais. Inspirando-se em José João dos Santos, famoso poeta popular, cordelista, cantador e repentista conhecido pelo poético nome de AZULÃO (que se tornou muito amigo nosso e mais tarde meu pai trouxe para trabalhar na prefeitura de Nova Iguaçu) ele compõe este "Em Nova Iguaçu..." e mais tarde o "Topada sem Palavrão" (em 1983) no estilo cordel, revelando sua versatilidade artística e senso crítico apurado.

Homenageio meu amigo com a publicação de seus dois cordéis. Leiam o primeiro. 
CLIQUE NAS IMAGENS PARA LER.





                                              

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Top Blog 2012

Este blog foi indicado para participar da 4ª edição do Prêmio TOP BLOG. Sinceramente, não sei quem fez a indicação, mas tenho uma suspeita.


                                


Já participamos das 3 versões anteriores, e por 2 vezes ficamos entre os 100 melhores em nossa categoria, o que já é um prêmio em si, posto que este é um blog que não tem lá muitos atrativos. E some-se a isso o fato de que, neste ano de 2012, ao contrário do que eu pretendia, as postagens estão rareando. Sinto-me um tanto estéril...


Mas, como das vezes anteriores (exceto na 1ª que fui eu próprio), alguém que me acompanha e me gosta acha que meu humilde blog tem qualidades para estar nesse páreo.

Agradeço penhoradamente a indicação e a confiança nesse blog. Tentarei
 honrar essa indicação. E você que leu até aqui, que tal dar seu voto? Clique no selo do TOP BLOG. É rápido e indolor...

sábado, 7 de julho de 2012

Pós-Graduação em Gestão Escolar

Novamente venho atender a uma solicitação da Patrizia Chermont para divulgar os cursos de Pós-graduação do SENAC.
Clique na imagem para ir ao site
E é um pedido que atendo com satisfação porque este blogueiro acredita na seriedade dessa consagrada instituição e na elevada qualidade dos seus cursos. Confira!


segunda-feira, 25 de junho de 2012

Saudade de Ney Alberto Gonçalves de Barros

Belém do Pará amanheceu ensolarada e seca neste domingo. Manhã radiante. Não é somente uma bela manhã dominical. É aniversário de Leca,minha mulher. Depois do almoço abro minha mail box e a primeira mensagem que leio está datada de 23 horas atrás... e arranca um grito de meu peito. Leca quer saber o que houve e eu digo, assim meio estupidificado: meu amigo Ney Alberto morreu!
                                                   
                                                    Ney Alberto Gonçalves de Barros - 1971/2
José era um vendedor de bilhetes de loteria de NI. Certo dia ele apareceu no
 IHGNI e Ney levou-o a um fotógrafo numa sala no mesmo andar. 
Ney Alberto Gonçalves de Barros era professor e filho de professor. Seus pais eram donos de um dos principais colégios de Nova Iguaçu, o Colégio Leopoldo. Formou-se em História, antes passando pelo serviço militar. Serviu na Brigada Aeroterrestre. Foi um paraquedista do Exército Brasileiro, um PQD, como somos mais conhecidos (ele me incentivou a também ser PQD, em 1971). Ele foi, sempre, e na acepção da palavra, um educador.

Entre 1968/9 junto com Waldick Pereira -meu saudoso pai-,Ney Alberto fez um curso de Arqueologia no Museu Nacional, e bem mais tarde se formaria em Direito. Ele e meu pai não tinham só a arqueologia em comum. Apaixonados pela história iguaçuana, no começo dos anos 1960 se uniram em torno de um ideal: pesquisar a história do município de Nova Iguaçu, defender o patrimônio histórico, artístico e cultural iguaçuano e lutar pela sua preservação.

Juntamente com o advogado e fotógrafo Zanon de Paula Barros, Samyr Hajj, os professores Ferenc Zamolyi e José de Almeida Nobre (por sinal esses 2 foram meus professores no Colégio Afrânio Peixoto), Telmo Cardoso de Matos e outros abnegados, fundaram o Instituto Histórico e Geográfico de Nova Iguaçu-IHGNI (do qual também sou sócio efetivo). Waldick foi seu presidente até seu prematuro falecimento aos 54 anos (1984) e Ney o Secretário. Depois Ney assumiu a presidência do Instituto.

Ney e Waldick eram amigos inseparáveis e protagonistas de muitas histórias que eu participei, e de um número muito maior antes que eu começasse a andar com eles. Em 1969, com 17 anos e estudando Edificações na ETF Celso Suckov da Fonseca, ingressei na equipe do IHGNI e comecei a participar dos acampamentos na Serra de Tinguá, Angra dos Reis e outros lugares. Certa vez, para ajudar um amigo vendedor de barracas para acampar, eu e Ney montamos acampamento numa barraca montada como demonstração,no terreno da antiga Câmara Municipal, na Av. Mal. Floriano Peixoto

1970-Numa pesquisa arqueológica com o Prof. Calazans, do IAB (chapéu de explorados).
Eu, sem camisa, abraço ao Telmo Cardoso de Matos e Ney é o barbudo.

Ney sempre foi um pólo de atração de humor e alegria. E tinha um riso contagiante. Nos acampamentos, ao redor da fogueira, era comum nos reunirmos para contar histórias.Eu, evidentemente, apenas ouvia. Ouvia e ria... Certa feita,em Angra, na Ilha 2 Irmãs pedi ao Ney que contasse uma história engraçada. E ele disse: Ah! Você quer rir, né?! E começou a rir sozinho. Em pouco tempo todos estávamos rindo muito, rindo gostoso.

Não quero prolongar mais essa postagem. Poderia fazer um blog apenas contando das viagens que fizemos, dos acampamentos, uma ou outra  aventura pitoresca. Recordar é viver, já disse alguém... mas também é sofrer.

A última vez que falei com Ney foi a uns 27 ou 28 anos... Meu Deus!!! Nos 30 anos que moro em Belém, voltei pouquíssimas vezes à Nova Iguaçu. E NI mudou muito. Quase não a reconheço quando a visito. Minha rua, a 13 de Maio, mudou de nome. Meus referenciais estão desaparecendo...

Eu, Ney e meu pai, na Faz. São Barnardino, na escada que levava à senzala. 
Com a morte de Waldick, e agora com a de Ney, não somente desaparecem os primeiros guardiões da história iguaçuana, como também se vai pouco de minha própria história. Sei que os dois devem estar acampados nalgum recanto do mundo invisível.E chegará o dia em que me unirei a eles...

segunda-feira, 4 de junho de 2012

SEGURANÇA NA INTERNET

Quem de nós, navegantes desse ciberoceano chamado Internet nunca teve problemas com vírus

Os riscos aumentam quando a gente fornece, e atualiza, informações pessoais nos diversos "nós" da rede social. Piora quando a gente acessa nossas contas em bancos on line, faz compras pela Web e mantém num HD virtual TUDO que é significativo e importante nessa vida fugaz.  

Para ajudar o internauta a fazer uma navegação segura o Comitê Gestor da Internet no Brasil lançou neste ano a Cartilha de Segurança para Internet. O arquivo tem 12 Mb com 140 páginas e 14 capítulos. Você encontra dicas e informações para sobre golpes e ataques na Internet, Malaware, Spam e demais cuidados que o usuário deve ter na Web.

Visite o site do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (clique AQUI para acessar o site) ou clique na figura da Cartilha, na barra lateral. 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Mais de 280 livros grátis

Tenha acesso a 285 livros digitais (ebooks) sobre educação, cibercultura ou cultura digital, comunicação, jornalismo, redes sociais, web 2.0 etc, em  Português, Espanhol e Inglês.


Em se tratando de notícias na Internet essa pode ser considerada "velha", pois saiu em janeiro passado. Mas, como só agora fiquei sabendo e como considero importante contribuir para a divulgação dessa informação, aqui vai ela. Foi retirada do site espanhol Humano Digital (clique AQUI para visitar) e vai especialmente para meus colegas professores de Salas de Informática Educativa. 


Abaixo mais de 130 obras em Português. É só clicar nos títulos de seu interesse.

01. Como escrever para a web (Guillermo Franco)
02. O que é o virtual? (Pierre Lévy)
03. Jornalismo 2.0: como viver e prosperar (Mark Briggs)
04. Web 2.0: erros e acertos (Paulo Siqueira)
05. Para entender a internet (org. Juliano Spyer)
06. Redes sociais na internet (Raquel Recuero)
07. Televisão e realidade (Itania Gomes)
08. Autor e autoria no cinema e televisão (José Francisco Serafim
09. Comunicação e mobilidade (André Lemos)
10. Comunicação e gênero: a aventura da pesquisa (Ana Carolina Escosteguy)
11. Conceitos de comunicação política (org. João Carlos Correia)
12. O paradigma mediológico: Debray depois de McLuhan (José A. Domingues)
13. Informação e persuasão na web (org. Paulo Serra e João Canavilhas)
14. Teoria e crítica do discurso noticioso (João Carlos Correia)
15. Redefinindo os gêneros jornalísticos (Lia Seixas)
16. Novos jornalistas: para entender o jornalismo hoje (org. Gilmar R. da Silva)
17. O marketing depois de amanhã (Ricardo Cavallini)
18. Branding: um manual para você gerenciar e criar marcas (José R. Martins)
19. Grandes Marcas Grandes Negócios (José R. Martins)
20. Relações Públicas digitais (org. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)
21. Ferramentas digitais para jornalistas (Sandra Crucianelli)
22. Blogs.com: estudos sobre blogs (org. Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo)
23. Mobilize: guia prático sobre marcas e o universo mobile (Ricardo Cavallini)
24. Mídias sociais: perspectivas, tendências e reflexões (e-books coletivo)
25. Manuais de cinema I: laboratório de Guionismo (Luís Nogueira)
26. Manuais de cinema II: gêneros cinematográficos (Luís Nogueira)
27. Manuais de cinema III: planificação e montagem (Luís Nogueira)
28. Manuais de cinema IV: os cineastas e a sua arte (Luís Nogueira)
29. Homo consumptor: dimensões teóricas da publicidade (Eduardo Camilo)
30. Retória e mediação II: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e María Cervantes)
31. O conceito de comunicação na obra de Bateson (Maria Centeno)
32. Comunicação e estranheza (Suzana Morais)
33. Néon digital: um discurso sobre os ciberespaços (Herlander Elias)
34. Manual da teoria da comunicação (Joaquim Paulo Serra)
35. Estética do digital: cinema e tecnologia (orgs. Manuela Penafria e Mara Martins)
36. Jornalismo digital e terceira geração (org. Suzana Barbosa)
37. Comunicação e ética (Anabela Gradim)
38. Blogs e a fragmentação do espaço público (Catarina Rodrigues)
39. Sociedade e comunicação: estudos sobre jornalismo e identidades (João Correia)
40. Teorias da comunicação (orgs. José Manual Santos e João Correia)
41. Comunicação e poder (org. João Correia)
42. Comunicação e política (org. João Correia)
43. Manual de jornalismo (Anabela Gradim)
44. A informação como utopia (Joaquim Paulo Serra)
45. Jornalismo e espaço público (João Correia)
46. Semiótica: a lógica da comunicação (Antônio Fidalgo)
47. Informação e sentido: o estatuto espistemológico da informação (Joaquim Serra)
48. Informação e comunicação online I: jornalismo online (org. Joaquim Serra)
49. Informação e comunicação online II: internet e com. promocional (org. Joaquim Serra)
50. Campos da comunicação (orgs. Antônio Fidalgo e Paulo Serra)
51. Jornalistas da web: os primeiros 10 anos (Jornalistas da web)
52. Onipresente (Ricardo Cavallini)
53. O uso corporativo da web 2.0 e seus efeitos com o consumidor (André Santiago)
54. Caderno de viagem: comunicação, lugares e tecnologia (André Lemos)
55. Desenvolvimento de uma fonte tipográfica para jornais (Fernando Caro)
56. Perspectivas do Direito da propriedade intelectual (Helena Braga e Milton Barcellos)
57. E o rádio? Novos horizontes midiáticos (Luiz Ferraretto e Luciano Klockner)
58. Manual de redação do jornalismo online (Eduardo de Carvalho Viana)
59. Jornalismo internacional em redes (Cadernos da Comunicação)
60. Cartilha de redação web: padrões Brasil e-Gov (Governo Federal)
61. A cibercultura e seu espelho (orgs. Eugênio Trivinho e Edilson Cazeloto)
62. Direitos do homem, imprensa e poder (Isabel Morgado)
63. Conceito e história do jornalismo brasileiro na ‘Revista de Comunicação’
64. Tendências e prospectivas. Os ‘novos’ jornais (OberCom)
65. O livro depois do livro (Giselle Beiguelman)
66. A internet em Portugal (OberCom)
67. Memórias da comunicação (orgs. Cláudia Moura e Maria Berenice Machado)
68. Comunicação multimídia (org. Maria Jospe Baldessar)
69. Cultura digital.br(orgs. Rodrigo Savazoni e Sérgio Cohn)
70. História da mídia sonora (orgs. Nair Prata e Luciano Klockner)
71. História das relações públicas (Cláudia moura)
72. Manual de laboratório de jornalismo na internet (Marcos Palacios e Beatriz Ribas)
73. O ensino do jornalismo em redes de alta velocidade (Marcos Palacios e Elias Machado)
74. Retórica e mediação: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e Paulo Serra)
75. Design/Web/Design: 2 (Luli Radfaher)
76. A arte de despediçar energia (Ricardo Cavalline)
77. A blogosfera policial no Brasil (orgs. Silvia Ramos e Anabela Paiva)
78. Direitos humanos na mídia comunitária (UNESCO)
79. Do broadcast ao socialcast (Manoel Fernandes)
80. Manual de assessoria de comunicação (FENAJ)
81. Manual de sobrevivência online (Leoni)
82. Olhares da rede (orgs. Claudia Castelo Branco e Luciano Matsuzaki)
83. A democracia impressa (Heber Ricardo da Silva)
84.  Design e ergonomia (Luis Carlos Paschoarelli)
85. Design e planejamento (Marizilda do Santos Menezes)
86. História e comunicação na nova ordem internacional (Maximiliano Martin Vicente)
87. O percurso dos gêneros do discurso publicitário (Ana Lúcia Furquim)
88. Representações, jornalismo e a esfera pública democrática (Murilo Soares)
89. Princípios Inconstantes (Itaú Cultural, com coordenação de Claudiney Ferreira)
90. Mapeamento do ensino de jornalismo cultural no Brasil em 2008 (Itaú Cultural)
91. Mapeamento do ensino de jornalismo digital no Brasil em 2010 (coord. Alex Primo)
92. Dinheiro na internet: como tudo funciona (Katiero Porto)
93. Como criar um blog: de desconhecido a problogger (Paulo Faustino)
94. Futuros imaginários: das máquinas pensantes à aldeia global (Richard Barbrook)
95. Além das redes de colaboração (orgs. Nelson De Luca Pretto e Sérgio Silveira)
96. Guia prático de marketing na internet para pequenas empresas (Cláudio Torres)
97. Políticas, padrões e preocupações de jornais e revistas brasileiros (UNESCO)
98. Teoria e pesquisa no contexto dos indicadores de desenv. da mídia (UNESCO)
99. Qualidade jornalística: ensaio para uma matriz de indicadores (UNESCO)
100. Sistema de gestão da qualidade aplicada ao jornalismo (UNESCO)
101. Manual de sobrevivência no mundo digital (Leoni)
102. Branding 1001: o guia básico para a gestão de marcas de produtos (Ricardo e Fernando Jucá)
103. Marca corporativa: um universo em expansão (Levi Carneiro)
104. Marketing 1 to 1 (Peppers&RogersGroup)
105. Tudo o que você precisa aprender sobre o Twitter (Talk)
106. Cultura livre (Lawrence Lessing)
107. As marcas na agenda dos CEOs (Troiano Consultoria)
108. Guia da reputação online (António Dias)
109. I Pró-Pesq – Encontro nacional de pesquisadores em PP (USP)
110. O ABCD do planejamento estratégico (Lowe)
111. Suprassumo Mídia Boom (Mídia Boom)
112. Vida para consumo (Zygmunt Bauman)
113. As redes sociais na era da comunicação interativa (Giovanna Figueiredo)
114. Escola de redes (Augusto de Franco)
115. Blog: jornalismo independente (Fernanda Magalhães)
116. Vidro e vidraça: crítica de mídia e qualidade no jornalismo (org. Rogério Christofoletti)
117. Smart digital. Conteúdo social (Bruno de Souza)
118. Jornalismo e convergência (orgs. Claudia Quadros, Kati Caetano e Álvaro Larangeira)
119. Perspectivas da pesquisa em com. digital (orgs. Adriana Amaral, Maria Aquino e Sandra Montardo)
120. Open source: evolução e tendências (Cezar Taurion)
121. Redes sociais e inovação digital (org. Gil Giardelli)
122. Radiojornalismo hipermidiático (Debora Lopez)
123. Em busca de um novo cinema português (Michelle Sales)
124. O paradigma do documentário (Manuela Penafria)
125. Cidadania digital (orgs. Isabel Salema e António Rosas)
126. Análise de discurso crítica da publicidade (Viviane Ramalho)
127. Ensaios de comunicação estratégica (Eduardo Camilo)
128. Para entender as mídias sociais (org. Ana Brambilla)
129. Comunicação e marketing digitais (orgs. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)
130. Mídias sociais e eleições 2010 (orgs. Ruan Carlos e Nina Santos)
131. 11 Insights (Grupo Troiano)
No TOP BLOG 2011 ficamos entre os 100 melhores da categoria. Pode ser pouco para uns, mas para mim é motivo de orgulho e satisfação.
Sou muito grato a todos que passaram por essa rua que é meu blog e deram seu voto. Cord ad Cord Loquir Tum

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